ASSISTENCIALISMO ...
ASSISTENCIALISMO. Um bem ou mal social?
As duas ultimas décadas no Brasil foram marcadas por um fenômeno verdadeiramente preocupante, relacionado ao que, em termos claros, a psicologia tem tratado como ausência de amor próprio.
O homem por natureza a partir do nascimento vem ao mundo com a determinação espiritual de se tornar independente e de saber se defender individualmente dos eventuais obstáculos que a vida lhe impõe.
Ao nascermos nossos pais nos provem das principais necessidades e vão devagar de acordo com as possibilidades e nuances da vida nos orientando para que busquemos nossos caminhos e cuidemos de nossas vidas com independência e responsabilidade moral e social.
Começamos com os primeiros ensinamentos e direcionamentos religiosos, depois o primeiro dia na escola, a fase importante da educação no pré e no primeiro ciclo escolar, o primeiro diploma, a adolescência, o primeiro trabalho ... e ai, nasce o orgulho próprio, que é a necessidade que todo ser tem de ser independente, de se orgulhar de poder fazer parte de uma equipe, de ser útil, de participar de uma ação comunitária, de ajudar ao próximo em alguma circunstância momentânea da vida, enfim de se equiparar ao parceiro do lado em conhecimentos, aptidões, evolução social, financeira e espiritual.
Os direitos e deveres são pontos constitucionais importantes que regem uma nação e que todo cidadão aprende ou deveria aprender nas escolas, entretanto, nas ultimas décadas os políticos e os partidos tomaram para eles essa incumbência e cada um dentro da sua ideologia vai plantando essas regras ao seu bel prazer.
Estamos em fase de eleições e a cada minuto ouvimos candidatos falando na famosa linguagem assistencialista; votem em mim e vocês vão ter bolsa família, bolsa dependente químico, bolsa escola, cesta básica, cesta gás, transportes, remédios, médicos, ambulâncias, leite, creches, escolas, cursos técnicos, ceu`s, controlar, internet etc. etc. ... tudo gratuitamente, se eu for eleito!
Ouço isso desde menino e olha que já vive muito mais anos dos que ainda tenho por viver.
O que o cidadão quer, por natureza e por lógica, é um bom salário, uma boa paga, por aquilo que ele faz, com esforço, com estudo, com dedicação, com esmero, fruto do seu aprendizado, da sua experiência, do qual ele tem orgulho e satisfação e que lhe de condições de cuidar de si, de sua família, sem precisar de absolutamente nada de ninguém, a não ser em casos extremos e contingenciais.
INSS, FGTS, 13º. não são direitos do cidadão como os políticos dizem; se eles não existissem você ganharia pelo menos 50% a mais do que você ganha e poderia escolher onde aplicar esses valores, inclusive poupando-os e investindo-os você mesmo, em busca de garantir um futuro de independência e de tranquilidade melhor, na fase final da vida.
O governo hoje se incumbe disso, faz isso muito mal, e pagamos por isso muito mais do que vale, porque ele governo, esta sempre envolvido em apadrinhamentos, corrupção e mordomias.
Por ser extremamente assistencialista, o governo deixa muito a desejar na sua incumbência principal e necessária que é cuidar da educação básica, da saúde publica e do saneamento, mesmo cobrando para isso altos impostos.
Infelizmente essas coisas não mudam de um dia para o outro, só a evolução, a educação, o bom senso, e a espiritualidade crescente nos farão ir em busca desse caminho com pouco mais de pressa, porque contrariamente a tecnologia que cresce a passos largos, estamos nesse aspecto muito lentos.
A pergunta fica, o que você prefere, ganhar um salário que lhe dê sustentabilidade, ou continuar vivendo de promessas e ofertas que nem sempre são compridas e que só são obtidas razoavelmente pelos mais espertos ou apadrinhados?
Abel N Moura
Set/2016
As duas ultimas décadas no Brasil foram marcadas por um fenômeno verdadeiramente preocupante, relacionado ao que, em termos claros, a psicologia tem tratado como ausência de amor próprio.
O homem por natureza a partir do nascimento vem ao mundo com a determinação espiritual de se tornar independente e de saber se defender individualmente dos eventuais obstáculos que a vida lhe impõe.
Ao nascermos nossos pais nos provem das principais necessidades e vão devagar de acordo com as possibilidades e nuances da vida nos orientando para que busquemos nossos caminhos e cuidemos de nossas vidas com independência e responsabilidade moral e social.
Começamos com os primeiros ensinamentos e direcionamentos religiosos, depois o primeiro dia na escola, a fase importante da educação no pré e no primeiro ciclo escolar, o primeiro diploma, a adolescência, o primeiro trabalho ... e ai, nasce o orgulho próprio, que é a necessidade que todo ser tem de ser independente, de se orgulhar de poder fazer parte de uma equipe, de ser útil, de participar de uma ação comunitária, de ajudar ao próximo em alguma circunstância momentânea da vida, enfim de se equiparar ao parceiro do lado em conhecimentos, aptidões, evolução social, financeira e espiritual.
Os direitos e deveres são pontos constitucionais importantes que regem uma nação e que todo cidadão aprende ou deveria aprender nas escolas, entretanto, nas ultimas décadas os políticos e os partidos tomaram para eles essa incumbência e cada um dentro da sua ideologia vai plantando essas regras ao seu bel prazer.
Estamos em fase de eleições e a cada minuto ouvimos candidatos falando na famosa linguagem assistencialista; votem em mim e vocês vão ter bolsa família, bolsa dependente químico, bolsa escola, cesta básica, cesta gás, transportes, remédios, médicos, ambulâncias, leite, creches, escolas, cursos técnicos, ceu`s, controlar, internet etc. etc. ... tudo gratuitamente, se eu for eleito!
Ouço isso desde menino e olha que já vive muito mais anos dos que ainda tenho por viver.
O que o cidadão quer, por natureza e por lógica, é um bom salário, uma boa paga, por aquilo que ele faz, com esforço, com estudo, com dedicação, com esmero, fruto do seu aprendizado, da sua experiência, do qual ele tem orgulho e satisfação e que lhe de condições de cuidar de si, de sua família, sem precisar de absolutamente nada de ninguém, a não ser em casos extremos e contingenciais.
INSS, FGTS, 13º. não são direitos do cidadão como os políticos dizem; se eles não existissem você ganharia pelo menos 50% a mais do que você ganha e poderia escolher onde aplicar esses valores, inclusive poupando-os e investindo-os você mesmo, em busca de garantir um futuro de independência e de tranquilidade melhor, na fase final da vida.
O governo hoje se incumbe disso, faz isso muito mal, e pagamos por isso muito mais do que vale, porque ele governo, esta sempre envolvido em apadrinhamentos, corrupção e mordomias.
Por ser extremamente assistencialista, o governo deixa muito a desejar na sua incumbência principal e necessária que é cuidar da educação básica, da saúde publica e do saneamento, mesmo cobrando para isso altos impostos.
Infelizmente essas coisas não mudam de um dia para o outro, só a evolução, a educação, o bom senso, e a espiritualidade crescente nos farão ir em busca desse caminho com pouco mais de pressa, porque contrariamente a tecnologia que cresce a passos largos, estamos nesse aspecto muito lentos.
A pergunta fica, o que você prefere, ganhar um salário que lhe dê sustentabilidade, ou continuar vivendo de promessas e ofertas que nem sempre são compridas e que só são obtidas razoavelmente pelos mais espertos ou apadrinhados?
Abel N Moura
Set/2016
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