LIBERDADE, LIBERDADE ...
LIBERDADE, LIBERDADE ...
Na minha já longínqua juventude a expressão mais ouvida nas escolas, nas reuniões sociais, nas conversas entre amigos, nos meios de comunicação era a famosa palavra liberdade, vivíamos em um regime de controle social em razão de um período que antecedeu a 64 onde guerrilhas e contravenções de todos os gêneros atormentavam a paz e a tranquilidade da população e da sociedade brasileira como um todo.
A história nos relata bons e maus momentos desse tempo de exceção pós 64, que embora tenha durado mais do que poderia, ou deveria, são poucos os viventes da época que discordam da necessidade de sua existência, ao contrario, a grande maioria desses contemporâneos reconhecem os avanços sociais e econômicos havidos.
Não vem ao caso fatos históricos, os dias atuais nos mostram situações alarmantes em que se ressentem claramente de disciplina, autoridade e obediência às leis existentes. A palavra liberdade que em tese se refere ao direito de ir e vir sem ser molestado, não pode ser confundida com o direito de fazer o que se quer e ninguém tem nada ver com isso.
Onde já se viu “pichar” as paredes de uma propriedade alheia e imponentemente se justificar dizendo tratar-se de expressão de liberdade individual acompanhada de conotação artística.
Pela mesma razão, sorrateiramente, com meios, equipamentos e materiais apropriados e de custo elevado vão borrando e sujando pontes, escolas, repartições, monumentos e tudo o que eles vêm pela frente.
Por onde vamos, por onde andamos nos defrontamos com essas incríveis demonstrações de falta de educação e de senso de cidadania; desrespeitar a propriedade particular e propriedade publica é caso de policia e de enquadramento judicial e como tal deve ser tratado pelas autoridades em todos os níveis.
Imaginem os custos financeiros que os proprietários de um lado e o próprio estado no caso de bens públicos do outro acabam incorrendo para corrigir o que esses vândalos provocam com a sua diversão e astúcia, em lugares de difícil acesso e com expressões incompreensíveis, com objetivos claros de vandalismo e de desacato as leis.
Todos ser humano tem antes de tudo que respeitar o próximo, a família, a comunidade em que vive e agir dentro dos conceitos sociais de normalidade.
A liberdade de fazer e ser o que se quer é normal, logo, a liberdade é a expressão de uma vontade individual, sem preconceitos e sem discriminações; o bom senso e a razão entretanto nos impõem, fazer o que der em nossa cabeça, no momento em que quisermos, somente nos lugares e ambientes apropriados para tal.
Essa liberdade que estão nos impondo, sem regras e sem punições, nós não queremos, porque entendemos que liberdade deve ser seguida de observância e respeito as leis existentes e a ordem pública.
Abel N Moura.
6/10/2016
Na minha já longínqua juventude a expressão mais ouvida nas escolas, nas reuniões sociais, nas conversas entre amigos, nos meios de comunicação era a famosa palavra liberdade, vivíamos em um regime de controle social em razão de um período que antecedeu a 64 onde guerrilhas e contravenções de todos os gêneros atormentavam a paz e a tranquilidade da população e da sociedade brasileira como um todo.
A história nos relata bons e maus momentos desse tempo de exceção pós 64, que embora tenha durado mais do que poderia, ou deveria, são poucos os viventes da época que discordam da necessidade de sua existência, ao contrario, a grande maioria desses contemporâneos reconhecem os avanços sociais e econômicos havidos.
Não vem ao caso fatos históricos, os dias atuais nos mostram situações alarmantes em que se ressentem claramente de disciplina, autoridade e obediência às leis existentes. A palavra liberdade que em tese se refere ao direito de ir e vir sem ser molestado, não pode ser confundida com o direito de fazer o que se quer e ninguém tem nada ver com isso.
Onde já se viu “pichar” as paredes de uma propriedade alheia e imponentemente se justificar dizendo tratar-se de expressão de liberdade individual acompanhada de conotação artística.
Pela mesma razão, sorrateiramente, com meios, equipamentos e materiais apropriados e de custo elevado vão borrando e sujando pontes, escolas, repartições, monumentos e tudo o que eles vêm pela frente.
Por onde vamos, por onde andamos nos defrontamos com essas incríveis demonstrações de falta de educação e de senso de cidadania; desrespeitar a propriedade particular e propriedade publica é caso de policia e de enquadramento judicial e como tal deve ser tratado pelas autoridades em todos os níveis.
Imaginem os custos financeiros que os proprietários de um lado e o próprio estado no caso de bens públicos do outro acabam incorrendo para corrigir o que esses vândalos provocam com a sua diversão e astúcia, em lugares de difícil acesso e com expressões incompreensíveis, com objetivos claros de vandalismo e de desacato as leis.
Todos ser humano tem antes de tudo que respeitar o próximo, a família, a comunidade em que vive e agir dentro dos conceitos sociais de normalidade.
A liberdade de fazer e ser o que se quer é normal, logo, a liberdade é a expressão de uma vontade individual, sem preconceitos e sem discriminações; o bom senso e a razão entretanto nos impõem, fazer o que der em nossa cabeça, no momento em que quisermos, somente nos lugares e ambientes apropriados para tal.
Essa liberdade que estão nos impondo, sem regras e sem punições, nós não queremos, porque entendemos que liberdade deve ser seguida de observância e respeito as leis existentes e a ordem pública.
Abel N Moura.
6/10/2016
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