CAOS, UM CAMINHO SEM VOLTA ...

CAOS, UM CAMINHO SEM VOLTA
São assustadoras as informações que lemos ou ouvimos dos meios de comunicação relacionadas à economia das instituições e ao mercado de consumo como um todo.
Em contrapartida a aproximação das eleições e as falas dos políticos de um modo geral nos mostram otimismo, mesmo porque, a grande maioria deles, não pode falar mal de si próprio, pois já fazem parte dessa elite de privilegiados e só querem continuar utilizando os escandalosos benefícios que recebem por estarem no poder.
Uma simples analise dessas informações nos levam a conclusão que estamos à beira de um caos, senão vejamos:
Empresas até então poderosas mostrando em seus balanços dividas astronômicas, ultrapassando em muito o valor do seu patrimônio, o caso mais conhecido, e não é o único, é o da Petrobras, que ate bem pouco se mostrava uma empresa solida e agora se encontra deficitária, pelas razoes conhecidas.
Clubes de futebol, até mesmo os mais expressivos, vivendo de empréstimos renováveis mensalmente para pagar a folha de salários do mês e mesmo assim vivendo de ilusões com negociações vultosas e na grande maioria deficitárias ao clube, mas certamente lucrativas aos intermediários.
O Estado Brasileiro, como um todo, aumentou em algumas vezes sua divida com bancos internacionais, pois também como sabemos gasta muito mais do que arrecada, mesmo tendo uma das mais altas cargas tributarias do mundo, além de comprovadamente devolver quase nada em benefícios aos cidadãos.
E porque não falar do próprio povo, ou do cidadão comum, que as estatísticas mostram que estão com o seu endividamento orçamentário cada vez mais acentuado, levando ou obrigando inclusive os menos honestos e mais audaciosos ao chamado calote de seus compromissos.
Até mesmo os mais conservadores, que a custa de muito esforço ao longo dos últimos 30 ou 40 anos conseguiram amealhar algumas economias e fazer alguns investimentos estão tendo que se valer ou desfazer delas para continuar mantendo o seu já combalido padrão de vida.
As empresas não investem para melhorar a economia e o cidadão deixa de fazer aquilo que lhe poderia dar segurança no futuro, ou seja, poupar.
Os dados relacionados a poupança mostram um decréscimo assustador nos depósitos e um aumento das retiradas.
Os que conseguiram poupar num passado recente estão mantendo seu padrão com esses recursos.
Estamos diante de uma ampla falta de responsabilidade e ao mesmo tempo uma busca incessante de culpados, o que nos mostra que o caos se aproxima.
E como diz aquela canção sertaneja;
“É assim a nossa vida,
que levamos na cautela,
se o caos vier, Deus da um jeito,
porque a vida é muito bela.”
Abel N Moura

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